7.04.2008

Sting: if you love someone set them free

Como é possivel que me tenha escapado a música mais polyóbvia da história da geracao rasca?

Sting, If you love someone set them free...




"If You Love Somebody Set Them Free"

If you need somebody, call my name
If you want someone, you can do the same
If you want to keep something precious
You got to lock it up and throw away the key
If you want to hold onto your possession
Don't even think about me

If you love somebody, set them free

If it's a mirror you want, just look into my eyes
Or a whipping boy, someone to despise
Or a prisoner in the dark
Tied up in chains you just can't see
Or a beast in a gilded cage
That's all some people ever want to be

If you love somebody, set them free

You can't control an independent heart
Can't tear the one you love apart
Forever conditioned to believe that we can't live
We can't live here and be happy with less
So many riches, so many souls
Everything we see we want to possess

If you need somebody, call my name
If you want someone, you can do the same
If you want to keep something precious
You got to lock it up and throw away the key
If you want to hold onto your possession
Don't even think about me
If you love somebody, set them free

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7.02.2008

Poly-fotos da marcha de Lisboa


Deixo-vos uma escolha das fotos que sao poly-interessantes da Marcha do Orgulho de Lisboa

foram tiradas daqui:
http://panterasrosa .blogspot. com/


Faixa "lesbo/homo/ trans/bixa/poli/bi/xeno fobia basta!"

http://bp3.blogger. com/_Z86xK98xwiI /SGixxuDXT_ I/AAAAAAAAAxI/ XVJIY6AL6VI/ s1600-h/Lisboa28 Jun2008+104. jpg

http://bp1.blogger. com/_Z86xK98xwiI /SGixx7EcRmI/ AAAAAAAAAxQ/ KiJ3mJ2dIvo/ s1600-h/Lisboa28 Jun2008+105. jpg

http://bp0.blogger. com/_Z86xK98xwiI /SGitlmEgT0I/ AAAAAAAAAwg/ JuDs0Azsu4E/ s1600-h/marcha+ lx+2008.jpg


nem todos somos monogâmicos, há tambem poliamor
http://bp2.blogger. com/_Z86xK98xwiI /SGitlPKQF8I/ AAAAAAAAAwA/ oe9dqU2mG8I/ s1600-h/marcha% 20(9).jpg


a familia nuclear é radioactiva / poly é fixe
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzfeepLWy8668aLulTC8EBiBl6lF1juqeVJcmWRng4ojlxaViPuAhzVSm6PB479NKIJ-iMCyxQn-QzZmNWqhR9Oc-zXyOp6aVwb2fc0HM12BquKkcV7_ZC_t1OZ1dwU-qsi73w/s1600-h/marcha%20(37).jpg


a liberdade que queremos nao é só por uma noite
http://bp3.blogger. com/_Z86xK98xwiI /SGit3iOTM1I/ AAAAAAAAAww/ EA_VF-wqSJo/ s1600-h/barraqui nhas%20(21) .jpg


all
http://bp3.blogger. com/_Z86xK98xwiI /SGi0HTuM8kI/ AAAAAAAAAyQ/ DycNq2d4U_ 8/s1600-h/ Lisboa28Jun2008+ 120.jpg


bandeiraum rua do ouro (?):
http://bp2.blogger. com/_Z86xK98xwiI /SGisDfNn8XI/ AAAAAAAAAuI/ WnUXKxvdRiY/ s1600-h/marcha% 20(40).jpg
Outra grande frase é "Senhores Jornalistas, somos todos bichas com plumas"



6.30.2008

A Bixana de Jun/Jul, e a sociedade que queremos



Abri hoje o editor do blogger para publicar finalmente o artigo sobre "As conversas sobre Poliamor" que foi escrito para a Bixana de Junho/Julho. (para quem não sabe, a Bixana, é zine das Panteras Rosa). Mas há aqui pano para mangas, e finalmente, porque vem a propósito, vou escrever sobre o que se tem passado com a polémica poliamor (e movimentos não especificamente LGBT) no seio das Marchas do Orgulho.

Este numero da Bixana dedica grande atenção, como não podia deixar de ser, ás Marchas do Orgulho LGBT, uma vez que estamos na "época" delas. Fala-se das reivindicações actuais e antigas, um pouco da história do movimento. Dedica uma atenção especial à polémica recente que a visibilidade da participação do poly-portugal nas marchas criou (digo visibilidade porque a participação do PolyPortugal nas marchas não é recente, simplesmente se tornou visível recentemente).

Os argumentos contra a participação do poly-portugal e menção do poliamor têm se prendido com uma eventual (não) pertinência de um tema supostamente não-LGBT (à semelhança do feminismo, anti racismo, etc..) nas marchas e com razoes de ordem estratégicas no sentido de o poliamor poder dar mau nome ás marchas, já de si lutando com dificuldades de penetração da(s) sua(s) mensagen(s) junto da opinião pública mais "mainstream".

As marchas do orgulho são um tema bastante polémico em si, havendo mesmo activistas que não concordam com a sua existência ou instrumentalização. Há quem as veja como instrumento de reivindicativo, quem as veja como instrumento de provocação e criação de discussão publica, e há quem as veja como uma grande celebração. Há quem ache importante usá-las para dar uma boa imagem da comunidade LGBT, e há quem ache que a comunidade LGBT é o que é, tão digerível ou não como o resto da sociedade "mainstream". O consenso parece, à partida, difícil, e as equipas de organizacao das marchas têm normalmente uma missão espinhosa que é fazer as pontes entre as decisões que tomam (enquanto organizacao da marcha) e as organizacoes que representam.

A discussão entretanto em curso torna-se interessante, precisamente porque transcende o tema poliamor, e torna-se uma reflector sobre a natureza e motivação dos movimentos LGBT e das Marchas do Orgulho. Acaba-se a discutir a transversalidade de outros movimentos e causas, o seu lugar (ou não lugar) dentro das marchas LGBT. Nestas muitas discussões, acaba-se frequentemente a abordar não apenas as reivindicações imediatas especificas a LGBT, mas indo muito mais longe discutindo afinal que sociedade é que queremos, o lugar à diversidade, o lugar à democracia como espaço para todos (e não ditadura da maioria com imposição de modelos únicos) e se que queremos ou não essa sociedade o mais depressa possível.


Esta reflector, não deixa as coisas como estavam. A discussão no seio das diversas organizações LGBT está em curso, e provavelmente vai trazer novas soluções e novas correntes ao movimento. provavelmente este ano vai ficar para a História do movimento LGBT em Portugal. Mudou o discurso, mudou a ênfase da vitimizacão dos discriminados para o estigma da vergonha sobre quem discrimina, sobre quem goza, sobre quem chateia e pensa que tem uma vida exemplar. Estamos a assistir ás marchas da sem vergonha, finalmente o nome "Marchas do Orgulho" começa a ser merecido. Nao queremos apenas umas medidas anti discriminação ou algumas medidas especificas que nos facilitem a vida como LGBTs, pessoas que têm uma vida mais difícil que o cidadão "normal". Queremos uma sociedade em que aquilo que hoje se chama diferença deixe de ser uma coisa digna de nota. Que a diferença deixe de ser diferença.



"A comunidade que temos não tem vergonha. Vergonha deve ter quem discrimina.

A comunidade que queremos não pede tolerância, exige respeito.

A comunidade que queremos é diversa e é de tod@s. Somos o que somos, somos muitas coisas, somos diferentes e divers@s como eles. Temos promíscu@s e casad@s, como entre os heterossexuais. Temos quem ache que promiscuidade é um termo negativo, e quem não ache, como entre eles. Há quem queira casar e quem não queira, mas queremos é poder escolher, como eles. Temos fei@s e bonit@s, como eles. Nov@s e velh@s, como eles. Mas não jogamos com a moral deles.A comunidade que queremos não quer apenas o fim da discriminação e direitos iguais: traz visões libertárias da vida e da sexualidade, para tod@s, e não apenas para a população lgbt.

A comunidade que queremos é a que fará deste país um país novo em que cabe a comunidade que queremos."

A Bixana, para o prazer dos vossos olhos e neurónios:
http://panterasrosa.blogspot.com/2008/06/bixana-fresquinha.html



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Conversas sobre Poliamor n'A Bixana


fica aqui o artigo que resume o que se passou nas "Conversas sobre Poliamor" de dia 5 de Junho, e que foi publicado n'a Bixana (zine das Panteras Rosa)

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As "1as conversas sobre poliamor" aconteceram na quinta-feira dia, 5 de Junho, na cooperativa cultural Crew Hassan, co-organisadas pelas panteras-rosa e poly-portugal. Sérgio (panteras-rosa) e Mónica (poly-portugal) introduziram e comentaram o conceito de poliamor, responderam a perguntas e tomaram parte na discussao animada, moderada pelo Joao Carlos, que se seguiu.

O que é poliamor.
Uma definicao possível é substituicao, em relacoes (em sentido lato), do mandamento da monogamia pelo da sinceridade (do indivíduo consigo próprio e com outros), podendo isto abrir caminho a formas diversas, e por enquanto menos habituais de relacionamentos, eventualmente com várias pessoas simultaneamente.

Motivacao
Estas conversas, como evento co-organisado, já estavam em preparacao há algum tempo, desde a 1a Marcha do Orgulho do Porto em 2006 (em cuja organisacao o poly-portugal participou), pela vocacao libertária e de contestacao de modelos únicos comuns a panteras e poly-portugal. Os recentes acontecimentos nas organisacoes das Marchas de Lisboa e Porto, devido precisamente a discussoes em torno do tema poliamor, tornaram estas "Conversas sobre Poliamor" ainda mais pertinentes.

Antecendentes
Ja houve e continuam a haver encontros mais ou menos regulares em torno de poliamor, em Lisboa e Porto, mas têem sido encontros de auto-ajuda e partilha de expêriencias entre pessoas em situacao semelhante, organisados por, e para o grupo poly-portugal e seus simpatizantes. Esta vertente de auto-ajuda e discussao é muito importante, pois sendo o poliamor um modo de vida em que nao ha papeis pré-determinados, as solucoes para eventuais problemas nao obedecem a scripts pre definidos, quase embedded no código social, como no caso das relacoes monogâmicas. Por outro lado, sectores maioritários da sociedade nem sempre vê com bons olhos uma vida nao monogâmica, o que tem efeitos negativos óbvios sobre quem pratique ou simpatise com este modo de vida (pressao mononormativa). As conversas aqui descritas, procuraram ser uma sessao de esclarecimento para activistas e público em geral.

Polyactivismo
O poliamor é um modo de vida válido e merecedor de respeito.
A actividade dos grupos poliamor conta geralmente com tres aspectos. O primeiro é a auto-ajuda (criação de redes de contactos, encontros, troca de esperiências, descoberta de identidade), o segundo a divulgação da possibilidade real de o viver quer junto de outras pessoas que com ele se identificam quer com outros, e o terceiro é a influência política na sociedade através de colaboração e negociação com organisações antidiscriminacao.
A nível internacional há muitos grupos, organisados com e sem ajuda da internet, e muitos eles estao ligados entre si. Encontros como a 1a Confêrencia Internacional sobre Poliamor e Mononormatividade em Hamburgo, em 2005, ou o Acampamento Poliamor de Verao na Alemanha procuram criar espacos de discussao, entreajuda, e definir a contra-cultura dos próximos anos.

O grupo poly-portugal
Existe há já mais de 3 anos e comecou como grupo de auto-ajuda e discussao. Alguns dos seus mais de 70 membros ocupam-se tambem com refleccao e intervencao (poly-activismo). e procuram passar a mensagem junto de outros sectores da sociedade de que o poliamor é um modo vida válido e digno de respeito.

As 1as conversas sobre poliamor
Estiveram presentes cerca de 20 pessoas, entre panteras, poly-portugal e outros.
Comecou-se por fazer uma introducao ao conceito, suas origens e significado, suas implicacoes numa sociedade que por um lado se define ou gosta de se apresentar como igualitária e justa mas cujos motores, por outro lado, eternisam e cristalisam modelos de comportamento e privilégios que muitas vezes nao reflectem de todo o modo de vida e pensamento dos seus cidadaos.
Pela limitacao do tempo, nao foi possivel aprofundar nenhum tema, mas foram muitos abordados e esbocaram-se possiveis continuacoes das conversas.
Falou-se de ditadura da escolha (ter de deixar uma pessoa por se comecar a gostar de outra), de poly-closets (pessoas com mais que um parceiro/a que teem receeio das represálias), falou-se de como a monogamia como modelo emocional em si é tao válido como outro qualquer, mas como modelo único, hegemónico, imposto e abencoado pelo Estado deve ser contestado. Falou-se de ciumes, da sua desconstrucao, da sua evitabilidade e inevitabilidade e de como em alguma parte vêm da percepcao do parceiro como "coisa" possuída; falou-se do reclamar orgulhosos de palavras previamente insultuosas, como galdéria ou vadia (slut culture, schlampenkultur) como bandeiras de um movimento que nao se envergonha da sua vida, falou-se dos papeis, formatacoes, que se colam a nós em relacoes que já veem com script incluído (marido muda o óleo ao carro e nao a mulher, a butch faz café á femme, quem tem mais dinheiro é quem fala com o advogado..), e como poliamor baralha e volta a dar todos esses papeis que deixam de fazer sentido; falou-se da diferenca entre poliamor e poligamia, e de eventuais sobreposicoes que uma pode ter em relacao á outra. Falou-se do papel do machismo na sociedade e como isso baralha a percepcao da mulher, das relacoes, e das minorias. Falou-se das diferencas, se é que as há, entre amizade e amor, se precisamos de tais distincoes (ou seja, se há mesmo estados quânticos para relacoes, ou se será possível um continuum emocional em que indivíduos criativos se deslocam). Falou-se, por fim, da bencao do Estado e do papel do casamento (testamentos, assistencia hospitalar, privilégios tributários). Falou se em familias extendidads, no papel das familias babyboomers a cunhar a ideia da família mononuclear "moderna", e falou-se em co-educacao, e em comunas e experiências sociológicas.
A jeito de conclusao apressada devido ao limite de tempo, sumarisou-se que os direitos têem de ser individuais, e que direitos associados ao casamento, que têm sido vistos e vendidos como um direito, nao passam de privilégios destinados às relações que cabem no modelo reconhecido pelo estado, e criam condicoes prefenciais apenas áqueles que o praticam, não podendo por isso ser democráticos. O que não implica que o movimento lgbt não deva hoje lutar pelo alargamento a
tod@s desses direitos e/ou privilégios, numa situação em que existe um apartheid legal que restringe o acesso aos mesmos em função da orientação sexual.
Acrescentou-se que tal ideologia, e outras, sao reforcadas apesar de cada vez mais pessoas viverem contra o paradigma.
Ficou a promessa de se repetirem eventos semelhantes, talvez noutros locais e com outros temas mais especificos.

Apelo á participacao das marchas do orgulho
Apelou-se á participacao nas Marchas do Orgulho de Lisboa e Porto. Quer pela natureza anti- discriminatoria de qualquer marcha do olrgulho, que diz respeito a qualquer pessoa que nao se reveja numa sociedade que impoe ou encoraja modelos unicos, quer pelo facto que especialmente a marcha do orgulho do porto abracou o tema poliamor e diversidade familiar e o explicita no seu manifesto, é importante participar nas Marchas.


Recursos poliamor em Portugal:
- Grupo poly-portugal:
http://www.groups.yahoo.com/groups/poly-portugal
- Portal poliamor em Portugal:
http://www.poliamor.pt.to/
- Blog Our Laundry List:
http://www.laundrylst.blogspot.com/

Outras referências
- http://en.wikipedia.org/ (poliamor/polyamory)

- "Breaking the barriers to desire", K. Lano and C. Parry (ed.).Five Leaves Publications
- http://www.diepolytanten.de.tc/ (em alemao, mas com Informacao sobre encontro poliamor de verao para mulheres e transgénero)
-
http://www.graswurzel.net/243/schlampagne.shtml (em alemao, movimento "galdério")


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6.29.2008

poly-portugal @ Marcha de Lisboa, primeiras mencoes

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1333886&idCanal=62

"Mas a organização da marcha não se fez sem alguma controvérsia. A adesão ao desfile do recente grupo Poliamor – que defende o direito a formas diversificadas de relacionamento, incluindo as não monogâmicas, desde que assentes no respeito e na sinceridade – não foi bem acolhida por todos, revelando algum conservadorismo de um movimento que combate a discriminação. Ainda assim, os seus activistas apareceram e desfilaram com as Panteras Rosa."

Tenho a corrigir que o grupo se chama poly-portugal e nao poliamor, e que nao é recente. Tem pelo menos 3-4 anos (corrijam me). De resto, acho interessante que a imprensa esteja atenta ao ponto de saber o que se passa.

6.28.2008

Todos ás Marchas do Orgulho LGBT, Lisboa e Porto!!!

Para quem ainda nao viu, ficam aqui os videos da conferencia de imprensa e de promocao á 3a marcha do Orgulho LGBT do Porto (12 de Julho), e ainda o video de promocao das marchas pelas Panteras Rosa.

(disponiveis tambem em www.orgulhoporto.org, "divulgacao")

E é para ir á marcha >:-) ok?

Update, primeiras reaccoes:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1333878&idCanal=62
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1333886&idCanal=62

"Mas a organização da marcha não se fez sem alguma controvérsia. A adesão ao desfile do recente grupo Poliamor – que defende o direito a formas diversificadas de relacionamento, incluindo as não monogâmicas, desde que assentes no respeito e na sinceridade – não foi bem acolhida por todos, revelando algum conservadorismo de um movimento que combate a discriminação. Ainda assim, os seus activistas apareceram e desfilaram com as Panteras Rosa."



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Poliamor nas marchas de Lisboa e Porto

Comeca com Lisboa, continua com o Porto. Tal como noutros anos, entrámos na estacao das Marchas do Orgulho LGBT em Portugal, ou seja, fala-se pouco de outra coisa nos meios mais activistas, nao há tanto espaco para discutir neste blog acerca de tópicos poliamor do dia a dia ou mais pessoais, ficámos mais politicos e vai provavelmente ficar assim até fins de Julho. Aos nossos leitores menos politicos ficam aqui as nossas desculpas e a promessa que voltaremos com mais roupa suja, roupa limpa, e galdérice, aos molhos.

Deixo-vos um pequeno panfleto explicativo sobre o que é poliamor e algumas das suas razoes para a organisacao (na marcha do Porto, desde a primeira marcha, em 2006) e participacao nas marchas do Orgulho LGBT em geral.

Cliquem na imagem para conseguir ler.