A malta carrega no botão. Sim, quer dizer, disse que era boa ideia, coisa e tal, sim senhora, agora como é que é? há que mandar postas...mas...que merda é esta? onde está aquele ambiente cúmplice, intimista? porque é que agora já nada merece ser escrito? porque é que antes a dificuldade era escolher entre as dez coisas que havia para dizer de cada vez e agora.....agora há público potencial...e depois? não tenho receios em relação a confidencialidade porque confio nos parceiros. Então?
Gostam daqueles filmes ou livros em que à falta de mais inspiração se conta a história de um escritor que está com falta de inspiração para escrever? Estão a ver o género? Não tem nada, nada, a ver com este post, é só mais uma estranhíssima associação de ideias!
Há um livro do Italo Calvino que é uma sequência de inícios de livros, com a desculpa de que era a parte mais interessante da história. O gajo arranjou foi uma maneira de vender as histórias que não sabia como acabar! E entretanto larguei uma referência cultural, que dá sempre um certo sainete, e compõe um bocadito o post-it.
http://www2.folha.uol.com.br/biblioteca/1/21/1999082201.html
Mas aviso que não me permito mais posts sobre escrever posts!
E agora vou entrar e sair muitas vezes no blog para ver o contador a rolar.
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1.29.2005
1.27.2005
A minha primeira aposta
A minha primeira aposta
A minha primeira aposta deste ano já a perdi nem sequer passaram duas semanas após a ter feito. Nem interessa o que era, era muito pessoal, e se calhar ainda bem que a perdi, fico cada vez mais na mesma e mais única, mais inútil e diletante.
A minha segunda aposta era começar este blog ou outro qualquer. Depois de ter inventado mil e um pretextos neuróticos para o não fazer por não o recomendar a prudência, por o anonimato nunca ser anonimato que se leve a sério no cyberespaco, e por se calhar acabar por contar mais do que a conta e adormecer ou chocar os meus queridos co-blogueurs, acabei por montar esta chafarica numa noite de impulso sem qualquer preocupação.
Achamos que havia interesse em publicar as nossas divagações. Achamos que havia interesse em guarda-las de modo que não se perdessem!
Claro que agora tudo o que eu tinha para debitar desapareceu como que por milagre. Estou a escrever isto por exorcismo a ver se corre o primeiro sangue e se para a próxima a inspiração volta.
Vamos ver!
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A minha primeira aposta deste ano já a perdi nem sequer passaram duas semanas após a ter feito. Nem interessa o que era, era muito pessoal, e se calhar ainda bem que a perdi, fico cada vez mais na mesma e mais única, mais inútil e diletante.
A minha segunda aposta era começar este blog ou outro qualquer. Depois de ter inventado mil e um pretextos neuróticos para o não fazer por não o recomendar a prudência, por o anonimato nunca ser anonimato que se leve a sério no cyberespaco, e por se calhar acabar por contar mais do que a conta e adormecer ou chocar os meus queridos co-blogueurs, acabei por montar esta chafarica numa noite de impulso sem qualquer preocupação.
Achamos que havia interesse em publicar as nossas divagações. Achamos que havia interesse em guarda-las de modo que não se perdessem!
Claro que agora tudo o que eu tinha para debitar desapareceu como que por milagre. Estou a escrever isto por exorcismo a ver se corre o primeiro sangue e se para a próxima a inspiração volta.
Vamos ver!
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A minha primeira posta
Não me lembro da minha primeira posta de bacalhau. Não me lembro se me soube bem ou mal. Não me lembro se era cozida, assada ou à lagareiro. Mas uma coisa é certa, nunca me esquecerei da minha primeira posta neste blog!
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1.24.2005
AbAn
Fizeste bem em criar o blog primeiro e perguntar depois se eu queria.
Entrei sem pensar muito e pronto.
Claro que já me tinha passado pela cabeça antes, mas não seria eu a criar um com certeza.
Fiquei um bocado à toa e depois achei que tinha que "dizer" alguma coisa.
Sim, estamos de acordo, só dá para "blogar" em vez de "e-mailar" se não houver hipótese de nos identificarem na blogosfera.
Afinal isto são conversas pessoais, apesar de acharmos que se calhar anda para aí gente a identificar-se com as coisas que pensamos sem encontrar ambiente para conversar sobre elas.
AbAn (Absolutely Anonymous) foi uma referência à série AbFab (Absolutely Fabulous) que claro que não vês porque optas por não ter TV.....
São duas amigas inseparáveis totalmente passadas e fúteis.
Não estou a querer dizer nada. A associação surgiu e pronto.
http://www.bbc.co.uk/comedy/abfab/
Aguardo o teu post de estreia!
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